Feminismo Negro e Feminismo Popular são temas de encontros na Casa do Jornalista

O movimento Quem Ama Não Mata realiza sexta-feira 20/9, a partir das 19h, na Casa do Jornalista (Avenida Álvares Cabral, 400, Centro, BH), o seminário Leituras & Ações Feministas, com a historiadora e escritora Luana Tolentino. O tema do encontro é “ Feminismo Negro: contribuições e críticas políticas ao feminismo hegemônico”. Em seguida, haverá o lançamento do livro-reportagem “Sou mulher e não mereço ser violentada”, organizado pela jornalista e professora Maura Eustáquia de Oliveira, ativista do QANM.

QANM é um movimento mineiro feminista surgido em 1980, em Belo Horizonte, que resultou na criação do Centro de Defesa dos Direitos da Mulher. Em agosto de 2018 foi refundado para atuar, por meio de atividades político-culturais, do combate a toda forma de violência à mulher, pelo viés da interseccionalidade feminista.

Inscrições gratuitas no seminário pelo Sympla: https://bit.ly/2kFgn9F.

Acompanhe o QANM pelo Facebook: https://www.facebook.com/quemamanaomata2/.

Feminismo Popular

Quinta-feira 19/9, das 19h às 21h, a Casa do Jornalista será palco de outro debate sobre feminismo. O tema será o livro “As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres”, da pesquisadora espanhola Ana Isabel Álvarez González.

A obra afirma que a origem do 8 de março é a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas realizada em 1910, em Copenhague, na Dinamarca. A comemoração foi proposta por Clara Zetkin. Anos mais tarde, a data foi fixada para lembrar a ação das mulheres nos acontecimentos que precipitaram a Revolução Russa de 1917.

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[17/9/19]

 

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