Oboré e Cruz Vermelha abrem inscrições para 19º Curso de Jornalismo em Guerra e Violência Armada

Estão abertas até 18 de outubro as inscrições para o 19º Curso de Jornalismo em Guerra e Violência Armada, módulo do Projeto Repórter do Futuro realizado pela Oboré em parceria com a Cruz Vermelha e o Instituto de Pesquisa, Formação e Difusão em Políticas Públicas e Sociais e apoio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.

Os estudantes selecionados participarão de palestras e entrevistas coletivas entre os dias 7 de novembro e 12 de dezembro, sempre aos sábados, com coordenação pedagógica do jornalista Aldo Quiroga. Neste ano, o curso oferece 50 vagas exclusivamente a estudantes universitários da graduação na área Comunicação Social. Todos os encontros serão desenvolvidos em formato remoto.

A atividade reúne, desde 2001, juristas, militares, policiais e jornalistas para tratar de normas internacionais aplicáveis em situações de conflito armado e outras situações de violência e sobre o trabalho da imprensa nestes contextos, além de apresentar o perfil da ação humanitária do CICV (Cruz Vermelha) em mais de 80 países. Neste ano, os conferencistas serão o chefe-adjunto da Delegação Regional do CICV, Alexandre Formisano, o assessor jurídico do CICV, Gabriel Valladares e o responsável técnico do Programa com as Forças Policiais e de Segurança do CICV, Paulo Roberto Oliveira. Também haverá um encontro sobre a cobertura da imprensa brasileira de conflitos armados e violência armada com o jornalista Mário Cajé, da GloboNews.

Inscrições

Inscrições online: 28 de setembro a 18 de outubro de 2020

Divulgação dos selecionados: 28 de outubro

Matrículas: 29 de outubro a 2 de novembro

Curso: 7 de novembro a 12 de dezembro (aos sábados)

Atividades em formato remoto

Investimento: R$ 300

Informações: (11) 9-9320-0068 www.obore.com.

A Oboré

A Oboré nasce em 1978 como forma de reunir jornalistas, cartunistas, fotógrafos, ilustradores, publicitários e administradores que atuavam militantemente na imprensa universitária e alternativa para assessorar os movimentos sociais e sindical de trabalhadores na montagem de suas estruturas de comunicação.

Nos anos 1990, passa a atuar com produções radiofônicas aplicando o conceito de rádio cidadã a emissoras dispostas a abrir parte de sua programação à causa pública, independentemente de seu tamanho ou expressão. Propõe-se também a acompanhar a política de radiodifusão comunitária que ora se instalava no Brasil e a formar comunicadores comunitários por meio de oficinas de jornalismo amador.

Atualmente, desenvolve atividades educativas como o Projeto Repórter do Futuro – cursos de complementação universitária para estudantes e recém-formados em Jornalismo, consultorias de análise e planejamento de comunicação e gestão de projetos que dialogam com temas como Saúde, Educação, Cultura, Artes e Direitos Humanos.

O Projeto Repórter do Futuro foi criado pela Oboré em 1994 para oferecer alternativas de autodesenvolvimento a estudantes universitários da graduação que querem aprofundar o conhecimento e a prática da reportagem, a alma do jornalismo. A iniciativa já mobilizou mais de 1.200 estudantes e jovens jornalistas.

 

(Publicado pela Oboré.)

 

[13/10/20]

 

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